A maldade pode ser definida como um ato que provocará um dano indevido e intencional em outra pessoa. Trata-se de uma ação e não de reação.

Uma questão fundamental acerca da maldade consiste em saber se existe, em certas pessoas, um prazer especial em provocar dor nos outros. Caso exista um prazer em fazer o mal gratuitamente, teríamos que pensar em uma predisposição natural em nossa espécie direcionada para isso.

Se existir uma tendência natural para a ação maldosa gratuita, não cabe responsabilizar os que agem assim: seriam “vítimas” de sua natureza. Pessoalmente, não acredito que existam ações maldosas gratuitas nos humanos. Na maioria das vezes, os atos violentos correspondem a reações.

Quando uma pessoa se sente agredida tende a reagir com firmeza; não raramente, a reação é mais intensa e virulenta do que a agressão inicial.

Por vezes uma pessoa pode sentir como agressão a boa posição do outro: a reação invejosa é a resposta agressiva de quem se sentiu por baixo! Os mais egoístas não sentem culpa e nem grande empatia por seus interlocutores; e causar um dano a eles não lhes provoca nenhum desconforto.

Não convém pensar no egoísmo de forma ingênua; trata-se de uma imaturidade emocional que é a responsável pela maioria das ações maldosas. No limite do egoísmo, estão os chamados psicopatas, os que não sentem culpa e nem medo de qualquer tipo de represália. Têm zero de empatia!

Abaixo, mais considerações de Flávio Gikovate sobre este tema:

Flávio Gikovate

Editorial da Bem Mais Mulher

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