Você já evitou comer pimenta por não conseguir acabar com a ardência ou já ouviu dizer que vitamina C cura gripes e resfriados?

Veja a resposta para essas e outras dúvidas relacionadas à comida:

1. Tábuas para cortar alimentos acumulam bactérias

Verdade.

A Professora Doutora em microbiologia Rosana Siqueira dos Santos, contou ao Jornal Laboratorial da PUC-Campinas, que foi encontrado maior número de contaminação em tábuas madeira e de plástico por causa das ranhuras e coloração mais escura, o que favorece a proliferação de bactérias e fungos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), inclusive, proíbe o uso de tábuas de carne de madeiradesde 2004 para serviços de alimentação constantes (como bares e restaurantes).

Evite contaminação cruzada, use uma tábua para cada grupo de alimentos (carne crua, frutas, vegetais).

A microbiologista indica a tábua de vidro como a mais adequada.

Lembre-se também que há maneiras eficientes de higienizar o utensílio.

Ela orienta a depois de lavar com água e detergente, colocar em água fervente ou em uma solução de água sanitária por dez minutos, devendo guardar quando estiver totalmente seco.

Fonte: g1.globo.com

2. Ingerir ovos aumenta o colesterol

Mito.

O ovo não é o vilão que todos pensavam.

Uma importante descoberta de pesquisadores da Universidade do Kansas (EUA), mostra que o ovo possui uma substância chamada fosfolipídeo, que interfere na absorção do colesterol e impede que seja captado pelo intestino, de onde parte para a corrente sanguínea.

Além disso, é fato que a maior parte do colesterol é produzida pelo próprio organismo.

Mas claro, comer ovo frito não é a escolha mais saudável por causa do óleo.

Fonte: saude.abril.com.br

3. Vitamina C previne e cura gripe e resfriado

Mito.

Como observa a infectologista Raquel Muarrek, do Hospital Leforte, em São Paulo: “A vitamina C tem uma participação importante no sistema imunológico, já que fortalece os glóbulos brancos, responsáveis por combater agentes infecciosos. Entretanto, o nutriente não tem capacidade de prevenir essas doenças.”

O médico Drauzio Varella, em entrevista ao G1, é veemente: “Vitamina C não é capaz de curar gripes e resfriados.”

Em entrevista à Drauzio Varella, o médico João Silva de Mendonça, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, afirma que a medicina não conseguiu dar suporte científico para a indicação de vitamina C.

Além disso, a desinformação leva a uso indevido da vitamina C, que em excesso, deixa de ser benéfico e pode causar, entre vários problemas, cálculos renais.

Fonte: g1.globo.com, noticias.uol.com.br, drauziovarella.com.br, minhavida.com.br

4. Beber café ajuda a prevenir insuficiência cardíaca

Verdade.

Para descobrir a relação do consumo de café com o risco de insuficiência cardíaca, a pesquisadora Elizabeth Mostofsky, da Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, realizou estudo em que avaliou mais de 140 mil pessoas.

O resultado: quatro xícaras pequenas de café por dia diminuíram em até 11% o risco de ter insuficiência cardíaca.

Por outro lado, é importante destacar que o consumo excessivo de café pode sim trazer males para a saúde.

As substâncias cafestol e o caveol presentes no grão do café podem elevar os níveis de colesterol no sangue, mas o uso de filtro de papel consegue reter boa parte dessas substâncias.

O impacto positivo ou negativo do consumo de café está na dose.

Fonte: noticias.uol.com.br, saude.abril.com.br

5. Remover a pele do frango ajuda a cortar calorias

A verdade mesmo é que não faz diferença significativa, afirma o endocrinologista Alfredo Cury, dono do Spa Posse do Corpo, no Rio de Janeiro à revista Cosmopolitan:

“É preciso considerar o óleo utilizado na fritura da carne, que o absorve, fazendo subir o valor calórico da preparação. Tirar a pele não economiza calorias de forma significativa.

Fonte: cosmopolitan.abril.com.br

6. Consumo de álcool em excesso prejudica o sistema nervoso

É verdade.

O neurologista Leandro Teles em entrevista à revista Corpo a Corpo explica que o álcool age negativamente no sistema nervoso:

“A substância traz comprometimento agudo e imediato da função de algumas regiões e, com o passar dos anos, gera alterações estruturais irreversíveis podendo levar a problemas como demência e neuropatia periférica.”

O neurologista observa ainda que o cérebro de quem bebe demais envelhece precocemente.

“Além do efeito direto, quem bebe está mais sujeito a traumas na região da cabeça e a carência de algumas vitaminas fundamentais para o bom funcionamento do cérebro, como a vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina), B6 (piridoxina) e principalmente a vitamina B12 (cianocobalamina).”

Fonte: corpoacorpo.uol.com.br

7. Pimenta causa hemorroida e beber água acaba com a ardência na boca

Quanto à hemorroida: Mito.

Especialistas explicaram ao Programa Bem Estar que é mito dizer que hemorroida é causada pelo consumo de pimenta.

O que de fato acontece é que a pimenta irrita um problema já existente, ou seja, a pessoa já tem hemorroida ou uma fissura na região anal e sente ardência quando a pimenta passa pelo local.

Em relação à água acabar com a ardência: Verdade

Água: resolve a ardência momentaneamente e depois retorna.

Leite: (preferencialmente) integral é o mais indicado, porque a pimenta se dissolve na gordura.

Pão: também é indicado por absorver a pimenta.

Como a acidez eleva a salivação, os especialistas também explicam que antes de comer pimenta, é válido ingerir algo ácido, o que ajuda a diminuir a ardência.

Fonte: g1.globo.com

8. Azeite ajuda a baixar o colesterol

Verdade.

É o que explica a nutricionista Tatiana Zanin pelo site Tua Saúde:

“O azeite contribui para a redução da taxa de colesterol LDL no sangue porque possui propriedades que impedem a oxidação do colesterol e a formação de placas de ateroma no interior das artérias, além de possuir vitamina E, compostos fenólicos e flavonóides que são poderosos antioxidantes e desempenham um papel vital para a remoção de impurezas e desintoxicação dos radicais livres.”

Outros alimentos como cebola, romã, aveia e chá mate também têm essa propriedade.

Ao portal da GNT, a nutricionista Luciana Jardim também explica que o “azeite de oliva extra virgem é rico em gorduras monoinsaturadas que auxiliam na redução do colesterol total e ruim (LDL) e aumenta o colesterol bom (HDL).”

Ela recomenda o consumo de duas colheres de sopa de azeite extra virgem por dia.

Fonte: tuasaude.com, gnt.globo.com

FONTEAwebic
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