O mundo moderno cultiva, para as mulheres, alguns papéis que não são nada mais do que isso: papéis. E, em geral, estereotipados. A “mãe de familia“, ”a mulher de negócios“, “a bad girl”, ”a loira fatal”. Mas cada mulher é única em sua natureza e a vida pede mais que se encaixar em papéis pré concebidos. É exatamente disso que a psicóloga russa Yulia Sviyash fala em seu livro.

Preste atenção.
Ela não corre atrás do amanhã perseguindo a felicidade

Uma mulher de verdade não persegue nada. Perseguir a felicidade é o esporte mais popular e mais vazio que existe. Todos correm para um lado. À procura de um futuro melhor, do dia de amanhã, do próximo ano, etc. Uma mulher de verdade não deveria se ocupar com esse tipo de “esporte”.

Ela deveria permanecer no dia de hoje.
O presente é a coisa mais interessante e mais importante com o que sua mente deve se ocupar
Claro, você tem planos para o futuro, mas não adia a vida para amanhã. Não espere que sua verdadeira vida comece quando você perder peso, quando o príncipe aparecer em um cavalo branco, quando as circunstâncias forem adequadas, etc. Viva o aqui e o agora.

Animadamente percebe o fato de que nasceu mulher e vê um valor especial nisto. Para ela, ser mulher não é um teste, não é um trabalho, nem uma cruz para carregar por toda a vida. É um dom e uma bênção do destino. Uma verdadeira mulher cultiva a feminilidade em todos os níveis: interno (sensações, sentimentos, pensamentos) e externo (vestuário, corpo, comportamento).

Vive em seu próprio ritmo
Quando você vive muito lentamente, não tem noção do que é a vida. Quando vive muito rápido, não dá tempo de sentir a vida. Cada uma tem seu próprio ritmo. Uma mulher de verdade sabe bem, sente o ritmo e vive de acordo com ele. Regula seus encargos e, por isso, impõe o ritmo às circunstâncias que a rodeiam.

Viva de tal forma que possa fazer o que quiser, sem perder o gosto pela vida.

Vive com suas próprias ideias sobre a vida, inventa e as transforma em realidade. E, se não se assemelham aos padrões de vida de outras pessoas, isso não lhe preocupa nem um pouco. Deixa que os outros a avaliem e a julguem como quiserem, porque sabe que a missão de que todos “gostem de você” é boba e impossível.

Uma mulher de verdade trabalha para se aprimorar, mas nunca faz isso para merecer a aprovação de alguém. Ele o faz por amor a si mesma.

Uma mulher de verdade deixou de ser “uma boa menina” e também deixou no passado o seu desejo de ser aceita e aprovada. Isso não significa que não se importa com como a avaliam. Ela apenas não demonstra nada a ninguém.
Não fica obcecada com características que são consideradas defeitos (quem não os tem?). Conhece-os, mas não dramatiza. Não os esconde, mas também não os presume.

Não vive jogando com o dramalhão: “oh, como a minha vida é complicada!”
Observando-a, você nunca pensaria que está exausta. Trabalha dia e noite, lava, limpa, mima seu marido e seus filhos. Você nunca pensaria que está cansada, colocando a casa em ordem. Mesmo quando na verdade tem muita carga de trabalho, uma mulher de verdade encontra tempo para recompor suas forças e cuidar de si mesma.

Nunca vai se considerar vítima, porque sabe que as circunstâncias não são tão difíceis como a nossa atitude em relação a elas.

A solidão é um presente
Uma verdadeira mulher valoriza e aprecia seus períodos de solidão, se é que existem. Não procura envolver em sua vida amigos ocasionais ou homens para não ficar sozinha. Estar sozinha é uma bênção. É o melhor momento para se recuperar, preencher sua vida com paz e profundidade. Uma mulher de verdade é interessante pelo que é e sempre aproveita sua solidão.

Ama a sua idade. Sempre!

Uma mulher de verdade vive em seu presente, em sua idade real, aproveitando todas as suas vantagens. Não se refere a si mesma como “nesta idade já é tarde demais“ ou ”muito cedo” para fazer alguma coisa. Essa filosofia é para aqueles que usam seus medos para esconder seus medos ou suas proibições internas.

Material de: Yulia Sviyash
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FONTEIncrívelclub
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