“A criança não precisa carregar esse fardo”.

Foi esse o pensamento de Luciano de Castro quando resolveu criar uma história que ajudasse sua filha, Luísa, a entender que perderia os cabelos no tratamento contra o câncer aos seis anos.

Desde então, Luísa passou a viver em um mundo de magia. “A nossa missão era, mesmo nas horas mais difíceis, fazer com que a nossa filha estivesse feliz. Então, eu criei a história da fadinha do cabelo, que escolhe crianças especiais para emprestar o cabelo e fazer uma poção mágica. Depois, ela compartilha a magia e ajuda outras pessoas”

A tal história virou o livro Fada Pilara e Marujo Gadeinha, com dez páginas, que pode ser adquirido para que outras crianças tenham contato com o tratamento de quimioterapia de uma forma mais lúdica, entendendo aos poucos as obrigações do procedimento, mas de maneira positiva, minando traumas e problemas.

As instituições que tiverem interesse em receber os exemplares devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (41) 0800 727 4001.


A gente viu essa matéria lá no G1 e resolveu trazer pra cá pelo exemplo positivo de paternidade, algo que precisa ser mais evidenciado, divulgado, ter mais luz em cima, já que temos como “natural” ou cotidiano uma narrativa de que pai é algo mais ausente, distante.

E não precisa ser assim. De jeito nenhum.

FONTEPapodehomem
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