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A dor de uma mãe que perdeu a filha se transformou em energia para cuidar de 800 meninas órfãs de pai e mãe.

Há mais de 30 anos, a indiana Sarojini Agarwall abriu as portas de sua casa, e do seu coração, para crianças que teriam como destino o abandono e a solidão.

A filha biológica de Agarwall morreu em 1978, em um acidente de moto, aos 8 anos de idade.Embora tenha ficado desolada, como toda mãe no seu lugar.

Ela superou essa fase difícil em sua vida dando amor, carinho e a oportunidade de uma vida melhor para meninas órfãs que adotou.

“Eu estava lamentando a perda de uma, quando havia tantas outras manishas, sem-teto e sem amor, procurando por uma mãe. Pensei que talvez eu poderia lhes dar uma casa amorosa”, comentou a indiana ao jornal The Better India.

A primeira casa de Agarwall possuía apenas três quartos para essas meninas. Como as crianças não paravam de chegar, elas tiveram que se mudar para uma casa maior, de três andares, incluindo uma biblioteca, um laboratório de informática, aulas de artesanato e basquete e até campos de badminton, além de uma sala de televisão.

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As meninas desenvolvem diversas habilidades vocacionais e ficam na casa até completar 18 anos, quando são encorajadas a encontra um emprego. Agarwall faz de tudo para as meninas receberem uma boa educação, pois ela acredita que essa é a única maneira delas serem independentes.

Ela ajuda as meninas a ingressarem em escolas boas e de prestígio. Muitas das meninas que deixaram o abrigo, hoje, são gerentes de bancos, professoras e diretoras de escola.

Além do abrigo, ela criou um programa para meninas de família pobres, que possuem um bom rendimento escolar. As crianças assim têm a oportunidade de receber uma educação superior de qualidade.

A indiana já chegou a ganhar diversos prêmios com seu trabalho com as crianças, como por exemplo o Prêmio Nacional de Bem-Estar da Criança.

A indiana não sabe até quando vai poder cuidar das crianças mais novas, muitas recém-nascidas. A única certeza que ela tem é que não vai parar até seu último suspiro. Histórias como a de Agarwall mostram que ajudar quem mais precisa pode ser um caminho para superar tempos difíceis. Namastê!

Com informações: Razões para Acreditar

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