Quem é Marie Kondo? Essa japonesa de 30 anos é a mais nova guru da arrumação. Autora do livro “A Mágica da Arrumação”, que já vendeu mais de 2 milhões de cópias, Marie é umas das 100 pessoas mais influentes do mundo segundo a revista norte-americana Time.

Aos 5 anos da idade, descobriu seu prazer por organização. Até ser uma consultora de sucesso e ter lista de espera de três meses para atendimento, ela testou diversas estratégias e caiu em várias armadilhas das “promessas de casa arrumada em 5 minutos”.

Em seu livro ela explica a base do método KonMari, que promete ser utilizado uma única vez – se feito corretamente, claro! Separamos as dicas mais valiosas para você colocar em prática no seu lar:

1. Isso me traz alegria? Use sua emoção para decidir o você realmente quer manter em casa (e na sua vida!)

O método KonMari é muito menos técnico e mais intuitivo do que tudo que você já leu/viu na sua vida. É abraçar cada peça de roupa ou livro e se perguntar “Isso me traz felicidade?“, e guardar tudo de modo que as coisas pareçam “felizes” e em seu devido espaço (bem, o Feng Shui já dizia que excessos são péssimos para a circulação de energia da casa, né?). A ideia é você refletir sobre o que te traz alegria – e não no quanto você precisa jogar fora para ser mais organizada ou para ganhar mais espaço na casa.

2. Organize suas coisas por categorias (e não por cômodos)

A vida toda perdemos horas incalculáveis arrumando “o quarto”, “a sala”, “o escritório”, quando, segundo Marie Kondo, deveríamos estar organizando nossas roupas, livros, documentos, fotografias e assim por diante. Ou seja, a ideia é manter o foco nas coisas – e não nos lugares. Como os objetos ficam espalhados por vários cômodos da casa, é provável que você não consiga ter uma noção de quantas escovas de cabelo, saias, sapatos ou livros tem.

A dica da especialista é a seguinte: vá pegando os objetos que pertencem a uma determinada categoria (se forem cosméticos, por exemplo, inclua todos os produtos de beleza que estão espalhados pela casa) e reúna tudo num lugar apenas (determinado por você). A ideia é ter espaços específicos para cada tipo de coisa. E nunca guardar em outro lugar que não aquele escolhido.

3. Sim, é preciso dizer adeus às fotografias antigas.

Ou, como ela as chama, “itens de valor sentimental”. Se já é difícil se desfazer daquele casaco pelo qual você pagou uma fortuna e nunca usou, imagine das suas fotos graciosas de quando era bebê? A dica é separar somente aquelas que realmente te trazem alegria de estarem ali fisicamente; as outras já cumpriram seu propósito de fazer você feliz em um determinado momento. O que fica mesmo são as lembranças na nossa mente!

4. Liberte-se também dos antigos cartões de Natal (e dos bilhetinhos das amigas da escola)

Todo mundo tem uma caixinha com cartas, desenhos, bilhetes, cartões e outras coisas que trazem boas lembranças. Olha só, a cartinha da sua ainda melhor amiga de infância é realmente muito legal de guardar, mas aquele cartão que você ganhou no Natal da sua ex-sogra? Nem tanto. As pessoas já cumpriram suas funções de te fazer feliz naquela época, então, foque no que te faz bem hoje.

5. Desapegue-se dos livros que você comprou e nunca leu.

As apaixonadas por livros vão ter um pequeno piripaque na hora de separar o que vale guardar e o que não. E 95% daqueles títulos que você comprou porque a) sempre quis ler, mas não teve tempo ainda, b) acha culto/bonito ter na estante para “inglês ver” ou c) teve que trocar pois já tinha em casa vão ficar esquecidos e abandonados. Que tal doá-los para quem quer, mas não pode comprar?

6. Preparada para ouvir essa? Melhor sentar: você terá que se desfazer das roupas de “ficar em casa”.

Essa dica da Marie Kondo é controversa e causou polêmica aqui no portal! É o seguinte: ela diz que não devemos acumular as roupas de “ficar em casa”. Sabe aquele moletom da faculdade e aquela camiseta do campeonato de pingue-pongue que você ganhou aos 12 anos que são *incrivelmente* confortáveis? Pois é, a japonesa diz que eles ocupam mais espaço do que o necessário… cortou o nosso coração! 😦

7. Mas não vale usar a casa dos seus pais (ou parentes) como depósito disso tudo, ok?

É praticamente irresistível mandar caixas e mais caixas para a casa da sua família com coisas que você gostaria de manter, mas acredita que não tem lugar na sua casa – como fotografias, quadros e outros itens nostálgicos. Mas a lógica aqui é outra: se não há lugar com você, por que haveria de ter em outra casa?

8. Não precisa gastar dinheiro com organizadores, prateleiras e caixas, tá? (ufa!)

Chega de sair que nem louca comprando estante, gaveteiro, cabideiro, separador, aparador e tudo mais que aparece na sua frente! Eles mais te atrapalham do que ajudam, a não ser que a função seja manter à vista o que vai ser guardado ali (e também sejam realmente funcionais e não precisem de grandes movimentações para usar). Senão, utilize o que você tem em casa: caixas e gavetas.

9. Na hora de colocar as coisas no lugar, não empilhe; deixe tudo bem visível

Empilhar é mais fácil? É. O problema do empilhamento é que essa prática dificulta enxergarmos todos os itens que temos guardado naquele lugar. Ou seja, acabamos deixando de usar as coisas porque não as vemos e nem lembramos que elas existem ali guardadas (quem nunca?). Além disso, o empilhamento é facilmente ‘desarrumável’. Pense bem: toda vez que quiser uma blusa da pilha, vai ter que tirar uma por uma e recolocar tudo depois, ou seja, acaba sendo mais trabalhoso.

10. E nem enrole as meias em bolinhas (sim, resista!)

Dói no coração acreditar que aquelas bolotinhas na sua gaveta são uma péssima escolha na arrumação. A grande verdade é que: a) assim elas ocupam muito mais espaço e b) o elástico delas fica esticado e vai perdendo sua função ao longo do tempo. Então amigas, desistam das bolinhas. Apenas dobre as peças. E isso vale para meia-calças também!

11. Dobre as peças da maneira correta: em retângulo e parando “em pé”.

Pois é. Dobrar não é tarefa divertida, porém, precisa ser feita. Marie ensina que as suas peças devem ser dobradas de modo a sempre formar um retângulo e conseguirem parar “em pé” sozinhas. Faça o teste em casa!

12. E, por fim, arrume e desarrume a sua bolsa todo santo dia!

Se a gente fosse contar quantas vezes resolveu arrumar a bolsa e achou coisas impronunciáveis… o ideal é você sempre tirar as coisas de dentro para limpá-la e ver o que é necessário. Além disso, essa tarefa facilita na hora de escolher uma nova bolsa para o dia seguinte!

FONTEMdemulher
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