A Apple visa contratar pessoas que possuem nas “pontas dos dedos e na paixão o último entendimento de onde a tecnologia era e o que eles poderiam fazer com essa tecnologia “, disse Jobs.

Jobs finalmente descobriu o que ele estava procurando em Debi Coleman, uma major inglesa de 32 anos com um MBA de Stanford.

Apesar de não ter experiência prévia no campo da fabricação, mesmo admitindo no vídeo que “de jeito nenhum, outras pessoas no mundo me dariam essa chance de executar esse tipo de operação”, Coleman prosperou no papel.

Prova de que Jobs sabia o que estava fazendo quando decidiu parar de contratar profissionais experientes: aos 35 anos, Coleman era o diretor financeiro da Apple.

Resumindo o que ele estava procurando, e encontrado em Coleman, no vídeo Jobs define a liderança como “ter uma visão, poder articular isso para que as pessoas ao seu redor possam entendê-lo e obter um consenso sobre uma visão comum”.

Esta importância da paixão e de uma visão compartilhada é então ecoada pelos funcionários da Apple, que descrevem o processo de entrevista e os potenciais empregados de teste tiveram que passar.

Andy Hertzfeld, um dos primeiros engenheiros de software da Apple, descreve como, após entrevistas prolongadas, os entrevistados apresentaram protótipos Macintosh.

Se eles não responderam com muito entusiasmo, eles não conseguiram o emprego.

Mas se seus olhos se acendem, Herzfeld disse: “nós sabíamos que eles eram um de nós”.

Em outras palavras, ele procurava funcionários que tinham paixão, principalmente por resolução de problemas – por ter uma visão clara do que queriam fazer.

Confira o vídeo na integra das experiências de Jobs e um exemplo que ocorreu dentro da Apple:

Traduzido e adaptado pela Revista Bem Mais Mulher

Fonte: Businessinsider

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