Por: Marciel Viana

Querido Filho:

Enquanto viveres nesta casa, obedecerá as regras. Quando tiveres a tua casa, obedecerá as tuas próprias regras. Aqui não governa a democracia, não fiz campanha eleitoral para ser sua mãe: você não votou em mim.

Somos mãe e filho pela graça de Deus, e eu aceito respeitosamente o privilégio e a responsabilidade assustadora. Ao aceitá-la adquiro a obrigação de desempenhar o papel de mãe.

Não sou sua amiga, não sou sua motorista, não sou sua caixa automática, não sou sua mulher de limpeza… sou sua mãe

Vou zangar-me contigo, deixar-te-ei louco, serei o teu pior pesadelo e seguir-te-ei onde for.
Quando você entender isso, saberei que você é um adulto responsável.

Nunca encontrarás alguém que te ame, ore e se preocupe mais do que eu.

Não sou a tua parceira, as nossas idades são muito diferentes. Podemos partilhar muitas coisas, mas não somos parceiros. Sou a tua mãe e isso é cem vezes mais do que uma amiga.

Também sou tua amiga, mas estamos em níveis completamente diferentes. Nesta casa farás o que eu disser e não deves questionar-me porque tudo o que eu ordenar será motivado pelo amor. Vai ser difícil compreender-me até que tenhas um filho, enquanto isso confia em mim…

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