Quando uma criança ou jovem está irritado, há coisas que os pais dizem que podem aumentar ainda mais e prolongar a sua irritação, em vez de acalmá-lo. Veja o que dizer em substituição às frases que você normalmente diria se estivesse nervoso(a):

1. “Vejo que está chateado. Conte-me o que está acontecendo.”

Em vez de “Pare de reclamar!”.

2. “Vamos sair daqui para conversarmos a sós. Você poderá se abrir comigo.”

Em vez de “Você fica me envergonhando em público! Não está vendo todo mundo olhando?”.

3. “Eu te amo!”

Em lugar de várias outras frases que possam aparentar que você sente raiva do seu filho, como “Estou cansada de você!” ou “Não aguento mais essa sua cara de bravo!”.

4. “Não há problema em ficar zangado. Às vezes eu também fico. Sente-se aqui.”

Em vez de gritar com ele, insinuando que ele não tem o direito de ficar bravo, e mandá-lo para o quarto.

5. “Eu posso ajudá-lo.” (quando ele estiver nervoso por não conseguir completar uma tarefa)

Em vez de “O problema é seu!”.

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6. “Eu estarei aqui para quando você estiver pronto para conversar.” (quando seu filho estiver muito irritado e preferir se trancar no quarto)

Em vez de “Abra essa porta! Vamos resolver isso agora mesmo!”.

7. “Eu sei como você se sente.”

Em vez de menosprezar seus sentimentos.

08. “Tenho certeza de que encontraremos uma saída mais tarde!”

Em vez de “Tá vendo! Eu te avisei!”

09. “E se fizéssemos isso, em vez de…” (algo que ele esteja tentando, mas que, visivelmente, não dará certo)

Ofereça outra opção, em vez de apenas recriminá-lo por continuar insistindo.

 

10. “Vem cá me dar um abraço.”

Em vez de dar uma surra nele.

Essas frases demonstram empatia e equilíbrio, e tendem a produzir o efeito desejado, ou seja, que seu filho abrande a sua raiva. Bater de frente com um filho enfurecido é como atear fogo em um vidro de álcool. Todos acabam se ferindo.

Se os acessos de raiva dele forem constantes, pondere seriamente sobre a possibilidade de buscar ajuda profissional. Certa mãe relatou em seu blog que tentou de tudo para reduzir as crises de fúria do filho, até descobrir que as raízes para aquele problema eram mais profundas do que ela imaginava, coisa que somente pôde ser identificada graças à ajuda de um profissional especializado.

Fonte:Família.com.br
Autor: Erika Strassburger

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