Por: Ricardo Oliveira.

É-me as virtudes de uma alma feminina, a delicadeza interna de seu mundo tão particular e não o externa, no qual, sabemos que logo deixarão de existir. O que permanecer intacto não é o corpo em si, mas o espírito que se possui. Também, é de nosso entendimento que, os olhos só refletem o desejo. E qual é o desejo de nosso olhar? Nada mais resta de dúvidas quanto a isso. O desejo estar em ver a candura da forma humana, nos traços revestidos de pernas, seios e outros atributos. Por que é tão difícil enxergar aquilo que não podemos ver ou tocar?

Sinto-me um trapo humano, se como poeta, eu construísse tais definições de belo em tordo da figura de uma musa que, sempre está a possibilitar o elemento básico para toda a criação: a essência. Por vez, sei dos libidos penetrante nas mente dos homens, uma tentação absurda, mas existente no mundo. Deveríamos nos deserdar de nos mesmos, para termos condições de enxergar com outro ângulo, as plenitudes de uma mulher. As inspirações me levam a vivenciar cada momento, em que, na contemplação, recebo as comunicações e, com elas, viver a transinspiração.

Uma transinspiração é o ato de transcrever as comunicações (as palavras) ditas para a alma. Meu sonho borbulha de versos em poesias, escritos através de cartas romancistas, na finalidade de estar inteiramente, conectado ao Mundo Poético, assim, também, aos vestígios deixados por suas deusas. No alto das montanhas imaginarias, surgem as elfas desconhecidas por este mundo de Deus, mas, não me são capazes de revelar um pouco de seus misteriosos preceitos.

O que transmitem, fica no silêncio apropriado só delas e de ninguém mais. Porém, os gestos flutuam sobre as águas da beira-mar, insistentemente, deixando-se visualizar, as formosas rosas invisíveis, que exalam delas, e se sente a partir do vento. O vento traz o aroma, inevitável de se desprender, pois, impregna em todo o ser. Cheguei a não conclusão de tudo o que tenho descrito neste texto. Vi na elegância de um acenar, a motivação para redescobrir as cores do arco-íris do meu céu, antes, esquecida, não perdida.

Ricardo Oliveira

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